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Bonito – MS

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Vocês devem ter acompanhado minha viagem de férias de Julho pelo Instagram onde postei várias fotos desse lugar maravilhoso que é Bonito no Mato Grosso do Sul, mas mesmo tendo postado várias fotos, achei que a viagem merecia um post contando um pouquinho mais sobre meu passeio, já que não dá pra ficar delongando tanto no insta.

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Eu fui de carro daqui de Rondonópolis, no Mato Grosso até Bonito, no Mato Grosso do Sul. Dá uma média de 550 km e é possível fazer a viagem em umas 9 a 10 horas (distância nunca é problema pra gente aqui de casa, se deixasse a gente ia de carro até no Japão – vantagens de ter um carro confortável e muita disposição pra dirigir).

Bonito é cercada de natureza e em sua redondeza, que também segue a mesma linha, é possível fazer muitos passeios bacanas e tirar fotos maravilhosas, principalmente se você for com um bom equipamento fotográfico e principalmente a prova d’água (uma Go Pró já é suficiente), o que não foi o meu caso e por isso não tirei taaantas fotos incríveis assim. Também pelo fato de não ter sido a primeira vez que fui a Bonito, então nem tudo é novidade na hora de fotografar, porém, aquela beleza não cansa nunca!

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Terra das belezas mais bonitas do Brasil, Bonito tem particularidades que só se encontram lá, a começar pelo contato tão próximo com a natureza e os animais. Mas devo informar a vocês que não é possível fazer um passeio sequer por conta própria, tudo deve ser adquirido através das infinitas agências de turismos presentes lá e pela internet afora e os valores altíssimos são tabelados pelo Comtur (Conselho Municipal de Turismo) o que quer dizer que não adianta chorar um descontinho pelos passeios que não vai rolar, o que é ruim quando se está em um número grande de pessoas, mas por outro lado, você não corre o risco de estar sendo passado a perna por agencias de turismos que trabalham com preços elevadíssimos.

Bonito não é uma cidade barata para passear, ainda mais quando toda e qualquer atração que é paga. Nada, nadinha dá pra fazer sozinho, sem guia e sem pagar entrada, pois tudo se encontra dentro de propriedades privadas. Mas apesar desse detalhe, vale cada centavo gasto, pois é um lugar incomparável, onde não é possível encontrar nada parecido no restante do Brasil.

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Em relação às pousadas, existem muitas de diferentes tipos, bolsos e níveis. O preço não chega a ser tão puxado e você pode se hospedar bem sem gastar uma fortuna.

A que eu fiquei era bem organizada, aconchegante, com um ótimo café da manhã onde tínhamos até contato com os macaquinhos (vocês podem ver sobre isso no vídeo) e uma decoração que combinava bem com o estilo da cidade. O nome dela é Carandá e fica bem próxima das atrações noturnas da cidade.

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Como eu já conhecia a cidade e já havia feito alguns passeios, dei preferência a ir em alguns outros lugares que ainda não conhecia, como a Nascente Azul e a Boca da Onça Ecotour. Repeti o passeio do Lago Azul e deixei ainda alguns ouros passeios para fazer em uma outra vez.

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O passeio para o Lago Azul se resume em uma boa aula de conhecimento geográfico e biológico que te faz o tempo todo buscar em sua mente possibilidades de como burlar os guias e dar um bom mergulho naquela água azul e maravilhosa escondida no fundo na gruta.

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Claro que, brincadeiras a parte, não é possível pois o local é bem cercado e os grupos de visitação são pequenos. Uma pena que as fotos não refletem nem 1% da beleza que existe naquele local.

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Como cheguei na hora do almoço, optei por fazer o passeio da lagoa azul para não perder o restante da tarde e no dia seguinte pegar um passeio que me ocupasse o dia todo. A Gruta do Lago azul é um passeio curto só para contemplação, mas vale a pena conhecer os detalhes e curiosidades daquele lugar.

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No segundo dia fomos fazer o passeio da Nascente Azul e que lugar espetacular meu Deus!!! Um lugar abençoado e cheio de paz com uma das paisagens mais lindas que já vi na vida.

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Esse lago principal é cheinho de peixes e nele podemos nadar, pular de tirolesa, fazer aulas de mergulho, andar de caiaque ou só relaxar em uma das espreguiçadeiras mesmo, admirando a natureza e ouvindo o som das águas.

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Lá na Nascente Azul o que não falta é o que fazer. Você pode marcar sua flutuação para um dos inúmeros horários na parte da manhã ou após o almoço e tirar o restante do dia para aproveitar tudo o que o espaço tem a te oferecer. Até andar na corda bamba eu fui…

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Como as águas são provenientes das nascentes, que, em muitas vezes geram uma queda d’água (cachoeira), em sua maioria das vezes pode apostar que são geladas, por isso se puder dar preferência em ir nos meses quentes do ano a possibilidade de você aproveitar mais o passeio é maior, no entanto, é certo que os meses mais quentes são também os meses mais cheios e ir em lugar cheio… bom, escolha de cada um.

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Mas ignorando o fato das águas geladas eu fiz uma flutuação da Nascente Azul, até porque a água de nascente é sempre mais quentinha que as de queda d’água.

A flutuação é linda, com muitos peixes de diversos tamanhos e a possibilidade de mergulhar em uma parte mais funda do percurso. Fenomenal! Indico muito!

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Um dia inteiro curtindo a beleza desse lugar incrível deu até pra fazer uma meditação no final da tarde. Como não se concentrar em um lugar com um visual destes.

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No dia seguinte cometi o erro de tirar o dia pra descansar já que havia chegado de viagem e emendado em passeios. O negócio é que o que se tem pra fazer em Bonito são somente os passeios (como havia citado ali em cima) e se você não faz passeios não há absolutamente nada para se fazer durante o dia. Até mesmo boa parte do comércio voltado para turistas não abre, então o jeito foi ficar no hotel literalmente descansando.

Depois de descansar bastante no dia anterior foi a vez de fazer o circuito das cachoeiras da Boca da Onça Ecotour, outro lugar com uma paisagem, apesar de diferente da Nascente Azul, perfeita. A estrutura do local oferece caminhadas nas trilhas, rapel, banho nas dezenas de cachoeiras disponíveis, piscinas naturais, contemplação das aves, almoço, museu, entre outros, atividades não faltam lá!

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No circuito das cachoeiras a primeira parada é na plataforma de rapel, a maior do Brasil. De lá de cima é possível ver toda aquela magnitude onde tudo fica do tamanho de um grão de arroz. É muito alto e mesmo não tendo descido de rapel (pois não sei por que cargas d’água não me foi oferecida esta opção de passeio, senão teria feito com certeza) lá de cima e possível sentir toda a vibração daquele lugar. É como ver o mundo de cima, literalmente, e é impressionante em como as coisas não tem o mesmo significado quando vemos elas de outros ângulos.

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Enquanto caminhava e descia os 600 degraus da plataforma do rapel me deparava com frases de Maria Cecília pintadas em troncos de árvores. Cada frase fala sobre um tipo de sentimento: saudade, filhos, pais, etc.

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Cuidado para não confundir o bicho-pau com um graveto no corrimão da escada!

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As cachoeiras são uma obra prima da natureza e esta é a mais alta do Mato Grosso do Sul, com 156m de altura, chamam ela de cachoeira da Boca da Onça porque dizem que dá pra enxergar uma onça de boca aberta certinha nas rochas, eu particularmente não vi nada, rs!

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As águas desse lugar são inacreditavelmente cristalinas e extremamente geladas nessa época do ano.

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Esta cachoeira com um poço que eu mostro na figura abaixo é interligada com um outro poço e a única forma de atravessar de um lugar para o outro é embaixo da água sendo guiado por uma corda que já fica presa lá própria para a passagem dos turistas. Esta é, sem dúvidas, a mais gelada e eu, é claro que não entrei porque eu não sou nada boba.

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Após a trilha aproveitei para curtir o receptivo do local. Almoçar, relaxar, admirar a paisagem e sentir a vibração do lugar.

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Depois disso parti de Bonito no dia seguinte em sentido ao Paraguai que também foi bem bacana. Fiquei lá alguns dias, conheci, fiz compras que valeram suuuuuper a pena (pretendo voltar, inclusive) e passei os últimos dias de viagem em Campo Grande curtindo a capital do Mato Grosso do Sul.

Sem dúvidas uma viagem que eu gostei muito e vocês sabem que viajar de carro é o que gostamos de fazer aqui em casa, né?! Nos divertimos, vamos conversando, cantando, trocando a direção e não fica cansativo.

Aqui em baixo eu deixo o vídeo que fiz de bonito e um pouco sobre os passeios. É meu primeiro vídeo de viagem e sei que ainda falta muita coisa pra melhorar, podia ter filmado muito mais coisas, mas já tá bom pra quem tá começando agora. Aos poucos vou pegando o jeito e vou me aprimorando.

Se vocês gostarem do vídeo deem um joinha pra mim lá no YouTube e aproveitem para se inscreverem no meu canal que ainda tem muitos vídeos por vir.

Bom, então é isso. Beijos a todos, Carolina.

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