Para Refletir

Como estamos educando nossas crianças?

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Eu não tenho filhos por uma série de razões que não entram em questão neste momento, mas penso que isso não me isenta de expor aqui minha opinião sobre como venho analisando há tempos a criação das nossas crianças.

Quando digo nossas, me refiro a crianças que convivem em conjunto conosco no nosso país. Eles serão o futuro ou não da nossa nação e é através da educação que devemos dar hoje a eles, que refletirá em atitudes formadoras de um novo (ou o mesmo, o que realmente não acredito) país.

Tive um estalo em fazer este post hoje após presenciar uma cena que me faz refletir se estamos sendo seduzidos a uma simples manha de criança, ou se, com o tempo curto em que vivemos, é mais fácil fazer agrados aos filhos e “comprar” um suposto silêncio momentâneo dos mesmos. Achei necessária fazer esta análise aqui no blog para partilhar de forma indireta também, um dos motivos pelos quais eu não tenho filhos ainda.

Na hora do almoço fui a um mercadinho do meu bairro para comprar refrigerante para a visita que chegou em cima da hora e avistei uma criança do lado de fora do mercado fazendo manha aos berros porque queria um doce antes do almoço e a mãe relutante, tentava explicar a importância de almoçar primeiro e deixar os doces para depois. Tal foi minha surpresa quando eu cheguei ao caixa do mercadinho e a criança estava lá, escolhendo o que queria e a mãe gritando para o vendedor: “pode dar o que ela quiser que mais tarde eu volto aqui e pago, não se preocupe”. Estranhei que a mãe não insistiu com a criança ou sequer barganhou com a mesma a possibilidade de “se você almoçar direitinho, voltamos aqui e compramos os doces”. Fiquei pensando se foi o charminho que ela fez ou se foi a paciência que acabou e então ela disse: “ok! Vá até lá, compre o que quiser e pare de chorar”.

Será que é o tipo certo de educação a dar às nossas crianças? Eu penso nisso porque sempre que queria alguma coisa dos meus pais, eu precisava conquistar aquilo, nada nunca foi me dado de forma fácil e tranquila e por isso me orgulho bastante da criação que recebi, o que prova que não é porque não tenho filhos, que não posso opinar sobre este assunto. Ao meu ver, uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Esse caso de hoje me fez lembrar de uma cena que vi recentemente acontecer dentro do ônibus. Uma criança comendo um pacote de biscoitos salgadinhos, quando acabou, olhou para a mãe com o pacote nas mãos sem saber o que fazer, a mãe automaticamente pegou o pacote da mão da criança e jogou pela janela. Na mesma hora me bateu aquela vontade absurda de intervir e questionar a ela se sabia do exemplo que estava dando para seu filho que ainda muito novo, se espelhava nos atos da mãe, já que sozinho era incapaz de tomar suas próprias decisões. Não falei nada porque sou adepta do estilo de vida onde cada um cuidar da sua vida, mas não nego a indignação que fiquei vendo aquela cena.

Precisamos entender que nossas crianças serão amanhã, o que permitimos a elas aprender hoje. Como o fato de liberar o doce antes da refeição porque ela fez manha a fará sentir que sempre poderá vencer suas vontades no grito e não no empenho e trabalho daquilo. Ou que jogar lixo na rua não faz diferença, pois foi criado assim e até hoje, nada lhe aconteceu e não se pode cobrar que um ser desses pense um dia que no futuro, poderemos viver inundados e cercados de lixos e poluições causados pela péssima educação que ele, quando criança, recebeu dos seus pais. Não é sua culpa, não é mesmo?!

O fato é que criar uma criança nos dias de hoje, em meio a tantas divergentes informações, violências, questões políticas e sociais é muito difícil, mas é o sonho da maioria das pessoas que não pensam que apesar de toda dificuldade, o “amor” pelo filho tudo supera e o importante é deixar um pouco de si na terra.

Bom, venho lhes informar que sou completamente contra tal teoria já que penso que uma criança necessita de cuidados e atenções em tempo integral e que este tipo de relacionamento não se aprende nas escolas (de estudos e da vida). Hoje em dia vem se tornando cada vez mais difícil poder parar de trabalhar para se dedicar 100% a educação de uma criança e os 4 meses que lhes são cedidos pelo governo não são nada, NADA!

Outro fato que acho importante ressaltar é a era digital que cede e corrompe ao mesmo tempo as informações que são distribuídas a quem tiver interesse. Vejo pais em restaurantes com seus filhos vidrados em tablets e celulares pois é a melhor maneira de fazê-los sentar a mesa e os manter em silêncio. Antigamente, quando uma criança chorava, dava-se uma chupeta, pegava no colo e a tentava fazer distrair de infinitas formas. Hoje, basta um aparelho eletrônico com um desenho passando para o “botão sossego dos pais” ser acionado. Estaríamos educando nossas crianças como dependentes cibernéticos? Há quem diga que não, eu diria que sim.

Em outra extremidade existem os pais que não largam seus aparelhos por motivos de trabalho, vídeos de internet, redes sociais e fazem com o famoso “pode sim, vai lá” para que seus filhos os dê mais tempo para navegar tranquilamente por aplicativos de celulares que estão sempre conectados em qualquer lugar. E a criança, o que está fazendo? “Ah, tá por aí…”

Sem contar com as leis em que privilegiam a integridade física das crianças tirando dos pais a autoridade de aplicar castigos severos ou aquela coça boa de quem ficou até tarde na rua e deixou para tomar banho na hora de dormir e deixou de fazer o dever de casa. Meu Deus, nada disso existe mais! Eu, que sou fruto desta antiga geração, posso afirmar com certeza que nada imposto na minha infância me deixou com sequelas, por outro lado, sempre aprendi a ter respeito pelos meus pais mediante educação que recebi e juro, não há e nunca houve nada de errado comigo.

É preciso pensar com atenção no tipo de adultos que produziremos ao educarmos estas crianças, hoje inocentes, amanhã quem sabe.

Apesar de um assunto polêmico, principalmente pelo fato de eu não ter filhos, expus aqui um sentimento que guardo e dissemino entre amigos e em meus meios de convivência, sempre com muita cautela, afinal hoje em dia, tudo que você disse pode ser usado contra você, mas deixar de falar é pior. Divido aqui hoje, algumas das minhas razões por cogitar tanto em ter filhos. Não é ter porque “é uma delícia, quando você tiver o seu você vai ver” ou porque “é o ciclo da vida e você precisa entender que o ser humano nasce, cresce, se reproduz e morre”. É ter, porque você está se comprometendo e se responsabilizando por uma vida inteira de um ser humano que dependerá de você talvez pelo resto da vida. Você está preparado para isso, porque é isso que teoricamente deveria acontecer? Não se faz filhos para a vida criar e educar. Crianças não nascem sabendo o que serão de suas vidas e os caminhos que irão seguir, são os pais os responsáveis por criar (ou ao menos tentar) uma identidade e índole para suas criações.

Bom, espero não ter sido muito extremista no post de hoje e ter conseguido despertar em alguns de vocês a importância que faz uma educação bem dada com atenção e cuidados especiais a uma criança. Se você se sentiu desconfortável em algum momento deste texto, peço desculpas e só posso lamentar por não ter entendido nada do que eu quis dizer aqui hoje.

Um grande abraço a todos, Carolina.

About Me

Meus Prazeres Gastronômicos

Que eu amo comer não é segredo pra ninguém, mas hoje eu decidi mostrar aqui pra vocês o que eu considero meus maiores prazeres gastronômicos, as comidas que fazem minha boca salivar na mesma hora e o estômago roncar enquanto espero ficar pronto.

Vou começar não pela ordem de preferência, mas categorizando da forma tradicional: entrada, prato principal e sobremesa.

ENTRADAS

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Pastel de Angu com Carne Seca
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Feijão Amigo com Torremo
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Bolinho de Costela

PRINCIPAIS

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Filé aos Quatro Queijos
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Hambúrguer Gourmet
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Feijão Tropeiro
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Pizza de Peperoni 
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Macarrão Carbonara

SOBREMESAS

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Torta de Limão
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Mousse de Chocolate
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Torta de Amendoim
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Churros de Doce de Leite

 

Selecionei um pouco das coisas que eu adoro. Achei bem difícil escolher entradas já que não sou muito de petiscos, já os pratos principais (muitos nem posso considerar pratos), foram mais fáceis e as sobremesas eu tive que me segurar pra não ficar aqui eternamente postando, hahahaa!!!

E vocês, me contem por quais pratos seus corações batem mais forte!

Beijos, Carolina.

Créditos das Fotos:
Entradas: Pastel de Angú – Feijão Amigo – Bolinho de Costela
Principais: Filé Quatro Queijos – Hambúrguer Gourmet – Feijão Tropeiro – Pizza de Peperoni – Macarrão Carbonara
Sobremesas: Torta de Limão – Mousse de Chocolate – Torta de Amendoim – Churros de Doce de Leite
Para Refletir

Os anos vão passando e a gente vai ficando…

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Esse post é sobre uma breve reflexão sobre várias coisas que eu sempre ouvi dizer que ficaria com o tempo, mas que nunca dei a menor bola. No entanto, elas vem acontecendo notoriamente e inegavelmente.

Vou explicar melhor! A vida inteira escutei – principalmente a minha mãe – falando: “quando você chegar na minha idade você vai ver se também não vai agir como eu e aí você me fala se é ou não é verdade”. E ela sempre me falou isso sobre tudo, sobre a mudança do corpo, diminuição do metabolismo, gosto para roupas, estilo de músicas, paladar para comida, conforto dos lugares, disposição para sair, entre milhares de outras coisas e eu, é claro, nunca dei muitos ouvidos a essa coisa de “a medida que o tempo passa” achando que comigo ia ser diferente.

Acontece que agora que cheguei a era Balzaquiana, afirmo com propriedade que os anos vão passando e a gente vai ficando cismado com um monte de coisas que não éramos antes. Pra começar, ficamos preocupados com tudo, diria que quase medrosos e essa é a parte mais engraçada. Começamos a ter preocupações com coisas que antes não tínhamos, como assaltos, resultados de exames de sangue, pegar chuva e depois gripar, nos preocupamos mais com nossa alimentação, a origem dos alimentos que consumimos e mais um monte de coisas.

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Outra coisa que percebi que passei a ficar com o passar dos anos foi mais organizada. Sempre fui meio bagunceira com as minhas coisas e tinha preguiça de guardar de volta tudo que tirava do lugar. Agora se vejo bagunça em qualquer parte da casa que seja, eu já fico incomodada, vou logo guardando tudo, lavando as louças que estão sujas, colocando roupa na máquina e organizando até as almofadas da sala pra deixar tudo no seu devido lugar.

Usar salto alto ou sapatos nada confortáveis? Preguiça total se não for mesmo necessário. Antigamente eu usava salto alto pra tudo, agora eu uso só pra sair a noite ou quando a roupa pede e não vou andar muito. Parece que fui enjoando do glamour e prezando pelo conforto também.

Sair a noite pra pegar uma balada ao invés de ir jantar ou tomar um vinhozinho em casa enquanto assiste um filme é a coisa mais rara de todas. Há alguns anos atrás eu não recusava uma balada por nada, hoje em dia isso se tornou coisa esporádica, já que a correria e as responsabilidades do dia a dia me deixa tão cansada.

Enfim, são coisas que a medida que o tempo vai passando a gente vai modificando os gostos, as vontades e a disposição. Por tempos fiquei pensando se era só comigo que acontecia isso, mas vejo que minhas amigas comentam as mesmas coisas e que é normal, inclusive, pensarmos que seríamos diferentes e não nos darmos conta de quanto mudadas estamos.

Me contem, acontecem com vocês também? Vocês vão ficando do jeito que nunca se imaginaram antes?

Beijos e beijos, Carolina.

About Me

Cuidando de Mim Mesma

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Já tem um bom tempo que sinto que preciso parar tudo, respirar fundo e me dedicar mais a cuidar de mim mesma. Estou desleixada com várias coisas. Apesar de estar com meus exames de saúde todos em dia e não apresentar nenhuma alteração, sinto que não estou dando o meu melhor para cuidar de mim.

Uma coisa que vem me incomodando muito é minha aparência, eu relaxei. E não digo nem que relaxei depois que me casei, porque não é verdade. Me sinto bem descuidada desde meados da faculdade, quando eu passei a dedicar todo o meu tempo para meus estudos e trabalho.  Eu trabalhava durante todo o dia e ia pra faculdade a noite, não sobrando muito tempo para me cuidar da minha aparência como gostaria, já que eu estava sempre cansada.

Não me arrependo, é claro, afinal foram anos investidos em conhecimentos e aperfeiçoamentos nos quais me orgulho muito hoje, mas quando olho pra trás percebo o quanto essa fase da minha vida afetou no minha aparência e em como eu não consegui recuperar tudo até hoje, um ano depois.

Eu quero muito conseguir dedicar mais a cuidar de mim e da minha aparência, mas venho andando cada vez mais desmotivada por motivos de não faço ideia porque. Sempre estou enrolando e diversas outras coisas tem sempre mais prioridades que cuidar de mim.

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Se vocês me perguntarem o que eu gostaria de estar me dedicando mais em relação à minha aparência, aí vai:

  • Pele do rosto: sempre tive bastante acne no rosto pois meus poros são muito abertos. Não chego a ter espinhas, mas bastante cravos e isso deixa uma aparência desleixada e cheia de carocinhos na pele. Precisava fazer uma sequência de várias limpezas de pele com intervalos mais curtos, usar um bom ácido para afinar a pele ou até mesmo um peeling afim de uniformizá-la por completo.
  • Cabelos: meus cabelos estavam com uma péssima aparência de mau tratados com aquelas pontas enormes, sem corte e um loiro alaranjado que estava me incomodando mais do que tudo. Esta semana passada eu cortei as pontas e mexi na cor. Clareei bastante, tirei o alaranjado e dei uma mudada considerável. Agora é hidratar bastante, já que a descoloração danifica muito a estrutura dos fios e quero manter as pontas sempre aparadas, além do cuidado para a cor não amarelar do jeito que estava antes.
  • Pele do corpo: diferente dos meus cabelos que são super oleosos e do meu rosto que tem a pele normal, o restante da pele do meu corpo é super seca a ponto de chegar a descascar em certas épocas do ano (frio principalmente), por isso preciso hidratar mais milha pele para dar a ela um brilho saudável e maciez. Confesso que cremes para mãos e corpo é o que não me falta, o negócio é criar uma rotina e segui-la.
  • Peso: engordei incríveis 10kg do ano passado para esse ano. Meu peso sempre foi uma coisa bem controlada apesar de eu ser bem comilona, mas tudo desandou com o tempo e eu fui relaxando mesmo, me descuidando até subir na balança e, ao invés de levar um susto, fui me conformando com o peso até chegar no ponto das minhas roupas não me servirem com tranquilidade. Esta, sem dúvidas, será minha maior batalha de beleza e cuidados pessoais já que comer é um ato prazerosíssimo pra mim, além do meu vício crônico por açúcar que já até comentei nesse post AQUI. Preciso me concentrar em fazer o que mais odeio: dieta e atividades físicas.

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Bom, resumo da ópera, estou precisando dar um tapa no visual por completo o que não é tarefa fácil, mas pretendo ir começando devagar e persistir de forma contínua com a intenção de não chegar ao ponto de acumular tantas coisas como acumulei, até porque manter é mais fácil que começar do zero, como terei que fazer agora.

Quando percebo o quão desleixada eu me deixai tornar a cada dia, me bate um sentimento ruim, pois penso que quando cuidamos do nosso corpo, estamos cuidando também da nossa alma, aquele lance de corpo são, mente sã, sabem? Então, para muitos a aparência não significa muita coisa e pode até ser considerada um luxo ou um pecado capital, mas eu acredito que o nosso corpo é a única coisa que carregamos a vida inteira e que se não cuidarmos, teremos que conviver com ele do jeito que estiver, nos deixando felizes ou triste.

Por isso, a partir de agora estou me focando em me tornar uma pessoa mais feliz cuidando do meu corpo e da minha aparência com aquilo que ela precisa para que eu possa ficar bem comigo mesma.

Então é isso gente. Como é que anda o cuidado de vocês consigo? Estão satisfeitos? Me contem!

Beijos a todos e obrigada por me lerem, Carolina.

Festas

A Mesa de Bolo e Doces do Meu Casamento

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Prometo que este é o último post sobre o meu casamento, porque imagino que vocês já não estão aguentando mais , afinal, hoje estou completando 4 meses que me casei (aplausos!).

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Enfim, deixei a mesa de bolo e doces para o final porque era a parte mais bonita da decoração, a que escolhi com detalhes e muito carinho.

Pra começar, desde que comecei a planejar meu casamento a certeza que tinha era de que queria exatamente este bolo. Desde que o vi pela primeira vez me apaixonei e já fui logo avisando ao buffet que queria um idêntico, mas o buffet não pôde me dar certeza de que poderia fazer igual por causa do tamanho e detalhes.

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Vocês podem imaginar qual foi o tamanho da minha felicidade quando cheguei na festa e vi que na mesa de bolo e doces ele estava lá, lindo e do jeitinho que eu tinha pedido.

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E depois do ponto de partida ter sido o bolo, parti para a composição das cores com as flores e os vasos. Depois de fazer diversas composições com a cerimonialista, a locadora de moveis e o decorador florista, chegamos a decisão de que seria tudo predominantemente dourado com as flores nos tons da cerimônia (branca, rosa clara e chá) e tudo ficou perfeitamente como eu queria, com muito glamour, porém, delicado.

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E então os doces. Foi muito difícil escolher dentre tantas variedades os que eu mais gostava. Escolhi docinhos de coco, brigadeiros, caramelados, copinhos de maracujá, bombons de nozes, mini tortinhas de limão, rocambole de prestígio, josefinas, mini bolinhos recheados de tufas e mais um monte de doces da roça e os que eu não me lembro mais, rs.

Segura que vem um montããão de fotos.

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E aproveitando que estou falando dos doces, já vou falar dos bem casados que eram maravilhosos de doce de leite com raspas de limão. Escolhi a embalagem em rosa claro com a fitinha rosa escura.

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Deixei pra falar da cortina de led por último pra fechar o post com as fotos que mais gostei da mesa.

Eu poderia ter escolhido o muro inglês feitos com eras verdes ou bougavilles da cor que eu quisesse, mas queria uma coisa mais suave e que tivesse a ver comigo, por isso apostei nas cortinhas de voal sobrepostas à cortinas de leds. Eles podiam ser de cores frias, coloridas ou em lâmpadas amarelas, que foi a opção que mais me encantou, até mesmo por causa do restante da decoração. Amei demais!

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E então, o que acharam da misa mesa de bolo e doces em formato desconstruído? Último post sobre o casamento, então espero que gostem.

Beijos e mais beijos, Carolina.

Receitas

Farofa de Bacon

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Se tem uma coisa que sou e não nego, é farofeira! hahaha… Sim, eu amo farofa! Farofa complementa um prato simples e com feijão preto então, é o casamento perfeito.

Acontece que eu não sou lá muito fã daquelas farofas temperadas e compradas prontas. Tem um gosto de conservantes e, apesar de serem sempre crocantes, não acho muita graça.

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Essa farofa aqui minha mãe sempre fazia lá em casa. Ela é bem simples de fazer e quebra um galho quando a gente não tá muito a fim de ir pro fogão passar o dia todo na cozinha. É só descongelar uma carninha (que você já deve ter no seu congelador no esquema), fazer uma saladinha bem rápida e pronto!

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INGREDIENTES:

  • 500g de farinha de milho em flocos
  • aproximadamente 150g de bacon em cubinhos
  • 1 pacote de 65g de creme de cebola em pó
  • 240ml de azeite (ou se preferir, para ficar com o sabor mais suave, 120ml de óleo e 120ml de azeite)

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PREPARO:

Retire umas 3 colheres de azeite e frite o bacon até que ele fique totalmente torradinho. Separe o bacon,  junte o azeite que usou para fritá-lo com o restante e misture com o caldo de cebola em pó.

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Leve ao forno até levantar fervura, misture com a farinha de milho em flocos e o bacon reservado. Espere esfriar e guarde em um pote com tampa hermética para que não murche.

Não precisa colocar na geladeira e se manter o vidro bem fechado, dura cerca de uns dois meses tranquilamente.

 

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Fácil, né?! Espero que gostem. Eu adoro!!!

Beijos a todos, Carolina.

About Me

Por Que Posto Receitas no Blog?

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Eu nunca na minha vida fui muito amiga da cozinha na parte da culinária. Ela só me servia – e muito bem – para comer mesmo. E sendo bem sincera, pra mim nunca rolou esse negócio de “a medida que fui ficando mais velha…”, não! Eu nunca cozinhei porque nunca me interessei por culinária mesmo.

Ué, mas então as receitas que posto aqui no blog não são de minha autoria? Se enganam! Tudo eu mesma que faço, no começo com ajuda de Mamis, mas hoje, depois de casada, eu faço tudinho sozinha.

Claro que não são receitas em que se podem dizer “Nossa! Que nível de dificuldade incrível”, mas vamos combinar que pra quem nunca cozinhou eu ando tirando boas notas no quesito ‘pilotar fogão’.

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Desde modo, aqui é o meu refúgio, onde eu posto meus pensamentos, divido algumas das minhas descobertas e um pouco do que eu vivo. Então postar receitas mostra – pelo menos pra mim – a minha evolução no mundo da gastronomia, se é que posso intitular assim minhas aventuras na cozinha.

Aqui no blog eu só posto o que dá certo, claro! Mas por trás disso tudo tem sim toda uma dificuldade envolvida, receitas que não ficam 100%, outras que dão super certo mas que esqueço de fotografar ou aquela falta de motivação que bate ás vezes… só que o que mais me apego é ao que dá certo, que funciona e que me faz me sentir com mais potencial, por mais simples que seja a receita.

Gosto de postar tudo aqui pra ficar organizado, para ter um registro das minhas receitas e também para incentivar pessoas que assim como eu, começaram agora e também estão se encantando e aprimorando suas receitas. Essa é a parte que considero mais importante, quando nossas conquistas, por menores que sejam, nos deixam mais motivadas a fazer de novo, tentar algo diferente e ir além e com isso querer contagiar os outros com essa sensação tão boa.

Bom, não tem nada demais nisso para muitos, mas para mim significa um grande avanço. Eu nunca pensei que fosse sentir prazer em cozinhar como tenho sentido e dividir isso aqui me enche de orgulho e acho que quem tem que se orgulhar de mim sou eu mesma, por isso o prazer ainda é maior.

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Só queria dividir esse sentimento gostoso com vocês e mostrar que fico muito feliz quando vejo que alguém fez alguma das minhas receitas e gostou. Por isso, sempre que fizerem, me avisem que vou ficar muito, mas muito feliz mesmo em saber!!!

Beijos, beijos e beijos, Carolina.